quinta-feira, 12 de abril de 2018

Au bois d'mon coeur

Até agora só tenho apresentado poesias e não inaugurei ainda o ciclo das letras de canções. Para começar vou citar uma canção de Georges Brassens.

A primeira vez que saí de Portugal, numa viagem de recreio, mas também de trabalho, já que, por razões financeiras e de gosto, além de turismo participei, acompanhando a minha irmã, em campos de trabalho para estudantes, foi em 1957 e o nosso primeiro destino foi, como não podia deixar de ser, Paris. Foi aí que numa tarde fomos ao cinema assistir ao filme La Porte des Lilas e foi nesse filme que apareceu Georges Brassens, ainda completamente desconhecido em Portugal e de quem nunca tínhamos ouvido falar. Mas foi encantamento à primeira vista, uma paixão que ainda hoje dura. Acompanhado pela sua eterna guitarra, Georges Brassens cantou Au bois d'mon coeur, cuja letra apresento de seguida.



AU BOIS DE MON COEUR

Au bois d’Clamart y a des petit’s fleurs
Y a des petit’s fleurs
Y a des copains au, au bois d´mon coeur
Au, au bois d´mon coeur.

Au fond d’ma cour j’suis renommé
Pour avoir le coeur mal famé.

Au bois d´Vincennes y a des petit’s fleurs
Y a des petit’s fleurs
Y a des copains au, au bois d´mon coeur
Au, au bois d´mon coeur.

Quand y a plus d’vin dans mon tonneau
Ils n’ont pas peur de boir’ mon eau.

Au bois d´Meudon y a des petit’s fleurs
Y a des petit’s fleurs
Y a des copains au, au bois d´mon coeur
Au, au bois d´mon coeur.

Ils m’accompagn’nt à la mairie
Chaque fois que je me marie.

Au bois d´Saint-Cloud y a des petit’s fleurs
Y a des petit’s fleurs
Y a des copains au, au bois d´mon coeur
Au, au bois d´mon coeur.

Chaque fois qu’ je meurs fidèlement
Ils suivent mon enterrement.

Au bois d´Cllamart y a des petit’s fleurs
Y a des petit’s fleurs
Y a des copains au, au bois d´mon coeur
Au, au bois d´mon coeur.

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